Crítica | Parecendo um trabalhado inacabado, A Possessão de Mary é um forte concorrente na categoria de pior filme de terror da história

É de conhecimento geral que janeiro não é um bom mês para o cinema. As produtoras soltam algumas pérolas visando apenas pagar o próprio filme, sem ligar muito para os lucros, e A Possessão de Mary é uma dessas pérolas.

Com direção de Michael Goi, o filme conta a história de David (Gary Oldman), um capitão que tenta mudar a vida de sua família comprando um barco, que servirá como fonte de renda. Porém, o protagonista, estranhamente, se atrai logo por um barco antigo e estranho.

É difícil de entender as motivações do vencedor do oscar Gary Oldman para topar um projeto como esse. Apesar da sua entrega no papel, os pontos fracos do filme se sobresaem e ofuscam qualquer resquício de talento entregue pelo ator.

Com um desenvolvimente fraco, enredo confuso, informações aleatórias e desnecessárias, efeitos mal feitos e jump scares completamente previsíveis, o filme não consegue prender o público.

O roteiro sem revisão e retoques da obra faz com que A Possessão de Mary não valha seu dinheiro ou sequer sua atenção.

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